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Opel Zafira Tourer BiTurbo

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Wallpaper Opel Zafira Tourer BiTurbo

Click to see the rear pictureThis release isn’t more pleasant only as it was unexpected. Minivans are the most family-dedicated car category ever created, so they’re expected to receive items such as seven seats and DVD players for all of them. But what would be created if someone goes the other way and packs Zafira Tourer with a diesel 2.0 CDTi engine whose two turbines produce 195-hp power and 400-Nm torque, being capable of taking it from 0 to 60 mph in 8s9 and to a 135-mph top speed? According to Opel, nothing but the fastest minivan of its class.

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Kia Cee’d and Pro_cee’d GT

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Wallpaper Kia Cee’d and Pro_cee’d GT

Click to see in high resolutionOnce again the European passion for hot hatches has been satisfied. The mid-sized hatchback will receive the high-performance version both in four and two doors, with a beautiful complete aerodynamic kit, featuring bigger grilles, red calipers and impressive 18” exclusive wheels, not to mention the cabin with Recaro sporty seats, aluminum items and several red details. The turbocharged GDI 1.6L uses direct injection to produce 200 hp, which leads to the 0-60 mph completed in 7s9, always using a six-speed manual transmission.

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Volkswagen Golf 4Motion

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Wallpaper Volkswagen Golf 4Motion

Click to see the rear pictureAfter that Scandinavian group test whose photos were spreaded all over the Internet, the first member of the seventh-generation Golf siblings is now released. The all-wheel-drive system is now produced by Haldex and became more efficient: the equipment became lighter and has faster power management between the axles according to the demand, which also results at a 4.54 l/100 km fuel consumption. This system will be initially offered with the TDI 105-hp 1.6L and 150-hp 2.0L diesel engines, with a price addition of € 1.800.

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Toyota Prius

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Wallpaper Toyota Prius

Toyota PriusEsqueça o breve período em que este carro só foi visto nas ruas da capital paulista e com a cor branca e os adesivos obrigatórios para o uso como táxi. O híbrido mais famoso do planeta agora desembarca em nosso mercado com disponível para qualquer motorista, dando mais um passo de grande importância para a introdução definitiva de veículos mais ecológicos em nosso país. Mas além de todo o enorme carisma que esse carro apresenta, este artigo irá mostrar um pouco do que faz do Prius um carro tão adorado.

Entrar no mundo dos carros elétricos e híbridos requer ver o conceito de carro de uma maneira totalmente nova. Aqui a função de transportar não tem como segunda prioridade desempenho, luxo ou preço baixo como normalmente se vê, mas sim à eficiência. Estes carros focam em realizar sua função principal com os menores consumo de combustível e emissão de poluentes possíveis, de forma que aqui são os outros aspectos que fazem concessões a aqueles. Tudo isso parece muito interessante de ver, mas já representou grandes dificuldades nos primórdios do carro elétrico moderno. A questão é que essa tecnologia só voltou a se desenvolver com mais força na década de 1990, de forma que ainda não existia nada avançado demais. Em outras palavras, o famoso Saturn EV1 e seus contemporâneos não podiam escapar de baterias caras e pesadas, autonomia curta, desenho desagradável e custos altos para comprar e manter, um pacote não exatamente sedutor. Claro que a imagem de famosos comprando carros ecológicos para uso pessoal trouxe ajuda enorme à sua popularidade, mas isso não surgiu já de início. Como as marcas continuavam a investir nessa tecnologia, ela só prosperou quando as mencionadas concessões por parte do consumidor começaram a diminuir.

Toyota Prius 1A fama mundial do Prius só foi começar com a segunda geração, de 2003: o desenho ficava muito mais caprichado, as baterias permitiam maior autonomia e a habitabilidade foi melhorada. Sem contar que neste momento já existiam cada vez mais concorrentes, como o Honda Insight. O futuro desses carros passou a ser ganhar as mais variadas melhorias, porque isso só lhes deixou mais próximos do que o cliente sempre esteve acostumado: era difícil fazê-lo trocar o carro com o qual tem costume por modelos que tinham aquelas desvantagens. Hoje em dia já se provou que tudo isso ficou no passado, primeiro para os híbridos e depois para os elétricos, mas existem concessões “menos graves” que ainda não se podem dispensar mas estão longe de trazer problemas. Um caso é o estilo do Prius: assim como em Leaf, Volt e similares, apurar a aerodinâmica é fundamental para evitar que o arrasto desperdice energia. Aqui se usa o chamado Kammback, em que a suave ascensão da dianteira à capota simula a forma ideal de uma gota, mas termina num corte traseiro bem abrupto; é provado que assim se consegue efeito muito parecido ao de prolongar sua queda até o final. Se o segundo Prius trazia visual ainda insosso, a fase atual deu grande atenção a estilizar tudo o que não implique em fugir do tal formato: itens como os farois recortados, lanternas transparentes e laterais imponentes trazem semelhança com modelos esportivos.

Toyota Prius 2Entrar em carros mais ecológicos já não impressiona tanto, e isso é excelente. Afinal, ainda não se veem ambientes de luxo, mas sim o mesmo que trazem carros a combustão com porte similar, talvez com um toque extra de modernidade por causa das telas em LCD do Prius. O modelo brasileiro traz pacote muito parecido ao dos demais com preço ao redor dos R$ 120.830 que pede, em que os destaques são bancos e volante em material sintético ecológico, sistema de som multimídia com Bluetooth e mapas, entrada sem chave, heads-up display (HUD), sete airbags, freios ABS com EBD e controles de tração e estabilidade, entre outros. Há o motor de ciclo Atkinson a gasolina e o elétrico de 650 V de potência, que combinados geram um máximo de 138 cv, com câmbio CVT. Não é um número surpreendente porque o sistema nunca chega a usar os dois motores nas faixas de potência máxima. Também existe a frenagem regenerativa, o que permite explicar o esquema de funcionamento desse carro como se vê em seu hotsite: a partida e o uso em baixas velocidades se fazem somente no modo elétrico. Em velocidade constante os dois motores se revezam segundo o que for mais eficiente, as altas acelerações usam a maior força do motor a combustão, as desacelerações são aproveitadas para recarregar as baterias e ao parar o carro se usa o sistema start/stop, que desliga o motor até que se dê um toque no acelerador.

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Hyundai i30 2

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Wallpaper Hyundai i30 2

Clique para ver em alta resoluçãoVocê lembra de quando o i30 fez sua estreia no Brasil? Enquanto o Sonata começava a revolução de estilo que deu importância mundial à Hyundai, o hatch médio focou no custo/benefício para tentar firmar a marca entre nós, que até então era representada apenas pela importadora Caoa. Mas mesmo com aquelas propagandas de ufanismo cômico, o fato é que aos poucos ele conseguiu prosperar no país, ganhando uma aceitação tão grande que sua segunda geração agora chega em um contexto totalmente diferente.

Além do fato de o modelo destas imagens ser uma geração completamente nova, as diferenças entre ele e o i30 antigo têm outra razão muito importante: elas correspondem a diferentes fases da Hyundai. Lançado em 2007, o primeiro não fugia da sina que acometeu os carros coreanos nessa época: eles usavam construção moderna e já não pareciam tão antiquados como na década anterior, mas não havia inspiração. Eles eram bem diferentes entre si e não haviam muitos desenhos extravagantes ou desequilibrados, mas não chamavam atenção. Careciam de destaque, de algo que fizesse o cliente olhar para um Hyundai, Kia ou SsangYong buscando algo além de um simples meio de transporte. A fase atual do Sonata e a chegada do Kia Soul provocaram enormes mudanças nessa reputação porque as marcas aproveitaram a oportunidade para passar por uma completa melhoria. Pouco a pouco renovaram todos os modelos à venda e criaram novos e melhoraram a qualidade de construção e apostaram em projetos modernos. Isso tornou sua presença cada vez mais importante mesmo nos mercados mais exigentes, a ponto de exercer ameaça até ao mercado das marcas mais tradicionais. Hoje em dia se considera um Hyundai ou um Kia pelas mesmas razões que um Honda, Peugeot ou VW, por exemplo.

Hyundai i30Com isso, depois de se estabilizar nessa posição muito mais confortável, o começo da presente década permitiu certo relaxamento para os coreanos. Nunca no sentido de deixar seus produtos ao sabor do passar do tempo, mas sim sem a necessidade de inventar outra revolução estilística a médio prazo. Isso culmina com a nova geração do i30 porque seu lançamento mundial feito no ano passado mais uma vez comprova que a Hyundai agora se dedica a aperfeiçoar o que criou. O hatchback das fotos passa a ser uma versão dois-volumes do Elantra, para aproveitar a excelente aceitação que ele já garantiu mundo agora – aqui os nomes diferentes se mantiveram, mas nos Estados Unidos o i30 é chamado Elantra GT. Claro que nada disso impediu o i30 de ter suas particularidades de estilo, muito pelo contrário. Enquanto o irmão aposta numa profusão de cortes com formas mais arredondadas, o estilo do hatchback é mais retilíneo. Talvez para agradar os homens, a esportividade do novo i30 começa com os arcos cromados que dão uma nova interpretação à famosa grade hexagonal bipartida. Os farois esguios ainda estão lá, mas trazem um esquema interno em duas cores que combina muito bem com os vistosos farois de neblina. As laterais sugerem imponência com a linha de cintura bem elevada e em subida, e contam com muito bom gosto no recorte das janelas e na escolha de vincos. Já a traseira conta com a elegância das lanternas não tão esguias como no sedã e formas sem excesso de volume.

A cabine evoluiu muito em todos os aspectos, não só no belo desenho que mistura as cores preto e prata combinando à iluminação azul já característica da Hyundai. Até o momento o novo i30 está sendo oferecido apenas em pré-venda na rede de concessionárias, por enquanto em versão única. Ele traz airbag duplo, ar-condicionado digital, freios com ABS e EBD, navegador GPS, rodas de liga leve aro 17”, sistema de som multimídia com controles no volante e sistemas de abertura das portas e partida do motor sem chave, entre outros itens – apenas o teto solar será um opcional. Já o trem-de-força teve mudanças dos dois tipos: a transmissão automática agora tem seis marchas, mas o motor passou a ser o 1.6 16v flex de 128 cv de potência e 16,5 kgfm de torque, que equipa o Veloster e até mesmo o HB20. Ainda se pode esperar por opções com câmbio manual e motor 2.0, esta para daqui a mais tempo, mas o maior problema do novo i30 é o preço: cobrar R$ 75.000 pela versão citada só se explica ao considerar argumentos supérfluos como o veículo ser a última novidade da marca ou mesmo que terá demanda muito grande. Sem contar que outra vez a importadora Caoa restringe a paleta de cores ao preto e ao prata. A estratégia usada nas revendas até agora é de o cliente assegurar sua unidade com adiantamento de 10% do valor, para receber o carro 30 dias depois e finalizar a transação.

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Nissan Leaf 2013

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Wallpaper Nissan Leaf 2013

Nissan Leaf 2013If you’re still amazed with how many hybrid vehicles are seen in nowadays, it’s time to catch up: the fully electric vehicles have also became so popular that they’re already creating their very own competition, apart from the first kind of ecologically-propelled. Even though the EVs market is still composed mostly of one vehicle for each brand, many of them have similar prices and therefore aim to the same customers. This was Nissan’s precise concern when giving Leaf the updates that characterize its latest model year.

Having few and very different competitors may paint the picture that the North-American EVs are an easy market to succeed, but the fact is the exact opposite. Nissan decided to enter using the most generic body for a city car, thinking it would be easy for a hatchback to attract many kinds of buyers. Chevrolet, in turn, placed their bets on a very stylish sedan with Volt. Mitsubishi created the i subcompact probably to compensate the electric systems’ higher prices with a smaller car, while Ford prefers electric versions, probably to make use of the conventional vehicles’ charisma rather than submitting new names and images to public acceptance. And Fiat combines the two last strategies with 500e. All of that came to explain that it’s very easy to lose sales at these markets: someone who wants bigger space will never take a Mitsubishi i, while the tight-budget ones won’t look to a Ford C-Max Energi. While Leaf’s sales still don’t push Nissan into creating new body versions, they’ve made some efforts at pleasing the North-Americans a little more. This car is now produced at their Tennessee plant and received some visual enhancements, such as new wheels design and color options, and a rear air diffuser, to improve the aerodynamics. Not to mention the new entry version: now there’s the upmarket SL, the mid-level SV and the cheaper S.

Nissan Leaf 2013The price reduction came from taking away the cruise control, navigation and the remote-access systems, along with smaller steel wheels with plastic covers, only one internal coating option and the 4.3” LCD screen, instead of SV and SL’s 7” one. While S’s interior only comes in black, SV receives better-quality materials in gray or black and SL uses black leather, but heated seats are now a standard item. Leaf S brings a 3.6-kW charger while the others use a 6.6-kW, this one now enabling full charge in four hours with a 220V outlet – there’s also a quick-charge port to recharge at public stations. The engine wasn’t touched, but both the heater system and the regenerative braking were improved, and the navigation system now finds the “eco routes” to the driver, which are more energy-efficient courses to a given destination. The official consumption rates haven’t been released yet, but Nissan has improved Leaf’s warranty: eight years or 100,000 miles for the battery system as always, but with a new item: the dashboard brings a capacity gauge. If this 12-bar display falls below nine bars, it means the batteries now have around 70% of the original capacity. If this is achieved within five years or 60,000 miles, Nissan will replace the battery pack. More information about this car is expected at the upcoming Detroit Auto Show.

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Opel Antara 2013

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Wallpaper Opel Antara 2013

Opel Antara 2013Some days after updating Captiva in Mexico, Opel performed little changes on the European version, Antara. The crossover was already a little different from the Latin sibling, so there was no need for another facelift – actually, it would be more worth to jump to a new generation. There are some new external color options, dual-zone air-conditioner and LED door illumination became standard items and the sound system now includes USB port and Bluetooth connection. This car uses a 2.4L engine with gasoline and a 2.2L with diesel.

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Honda Civic 2.0 16v

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Wallpaper Honda Civic 2.0 16v

Clique para ver em alta resoluçãoUm ano em oito dias. A Honda já havia aproveitado o último Salão do Automóvel paulista para anunciar as novidades de seu sedã médio esperadas para o presente mês, mas ainda não se tinha idéia de que elas também fariam o novo ano/modelo do Civic chegar tão cedo. Se é difícil afastar o pensamento de que manter este ritmo levaria os japoneses a chegar ao próximo réveillon na metade de uma linha 2058, as melhorias aplicadas ao seu carro-chefe têm tudo para fazê-lo merecer a atenção (e a garagem) de muita gente.

Sedãs médios já foram o objeto de desejo de muito brasileiro. A reabertura das importações abriu os olhos do país às vitrines do exterior de um modo geral, mas aqueles anos 1990 ainda viam marcas como Nissan, Peugeot, Renault e Toyota lidar com uma presença de mercado deficiente e as consequências que isso trouxe. Por outro lado, as marcas de luxo começavam a tentar a sorte entre nós, mas enquanto elas ainda se restringiam aos sedãs, peruas e cupês de alto luxo os japoneses davam a volta por cima nos anos 2000. Fizeram suas fábricas brasileiras e nos contagiaram com sua fama mundial de qualidade e resistência, mas merecem elogios ainda maiores porque o fizeram com veículos médios. Claro que os escalados foram veteranos como Ciivic e Corolla pelo carisma que acumulam há décadas, mas começar a atuar no Brasil daqueles tempos sem um carro popular não deixava de ser uma jogada arriscada. Contudo, seja pelo estilo moderno, cabine luxuosa ou motores eficientes, os japoneses não só prosperaram como começaram a incomodar as nossas montadoras mais tradicionais, porque expuseram a defasagem de seus equivalentes – elas ainda produziam resquícios do que foram suas linhas de luxo de outrora, cujos argumentos de venda convenciam cada vez menos clientes a não olhar para aqueles novatos mais modernos e de preço bem parecido.

Tudo isso fez essa década chegar à segunda metade ostentando uma frota de sedãs médios com nível maior do que nunca. Câmbio automático, computador de bordo, teto solar... Vários desses itens começaram a se tornar frequentes no Brasil graças ao sucesso desses carros, que ofereciam o máximo de requinte antes de se fazer o enorme salto de preço à seara de BMW ou Mercedes-Benz - era uma época em que marcas como a Ford não se aventuravam a subir com carros como o Fusion, e as do nível da Audi não cogitavam brigar no segmento do A1. Ou seja, o “luxo acessível” do Brasil se formava com nomes como Bora, Focus, Marea, Vectra e as gerações contemporâneas dos japoneses mencionados. Isso lhes deu a adoração de uma clientela sóbria, feita por empresários de meia-idade e em geral de situação financeira confortável, dando aos tais sedãs a reputação de "carros de patrão" ou, como satirizava a antiga campanha do Nissan Sentra, "carros de tiozão". E como toda clientela fiel, agradá-lá demandou que as montadoras respeitassem certas preferências. Você lembra, por exemplo, de quando nossos carros só emplacavam no mercado usando duas portas? Situação parecida é o que começou com os motores há uns vinte anos.

A razão pode ser a excelente fama de exemplos como o AP-2000 da Volkswagen, o Família I da Chevrolet ou os multiválvulas com e sem turbo da Fiat, ou mesmo o desejo de contraposição à fama de “carro barato” associada aos 1.0, mas o fato é que os motores 2.0 viraram o perfeito complemento à imagem de luxo que os modelos médios têm no Brasil, especialmente os três-volumes. Os benefícios do downsizing hoje já conseguem estender a boa aceitação aos 1.8, mas abaixo disso somente se tiverem algo de muito especial - é o caso dos 165 cv do 1.6 THP usado por Citroën e Peugeot. A Honda aplicou seu novo motor em estratégia parecida à do Corolla, com o 1.8 16v de agora restrito à versão LXS (R$ 66.690). Já a novidade se destina às duas superiores, que trocaram de nome para LXR (R$ 74.290) e EXR (R$ 83.890). Trata-se de um 2.0 16v i-VTEC flex de 155 cv de potência e 19,5 kgfm de torque (com etanol) com sistema para aquecer a gasolina em dias frios, dispensando o tanque secundário e sua tampa ao lado do capô. Ele também traz o modo Econ e seu botão verde no painel, e sempre estará associado ao câmbio automático de cinco marchas, cuja opção de trocas sequenciais se fará por borboletas atrás do volante. Além disso, a versão LXS ganhou um novo câmbio manual com seis marchas e mantém a opção do automático (R$ 69.900).

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Chevrolet Captiva 2013

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Chevrolet Captiva 2013The mid-size crossover produced in Mexico has received last-minute minor updates in order to maintain its good market participation for some years. There are new 17” alloy wheels and both bumpers were slightly redesigned to became more imponent, although nothing of that changes the fact this seven-year-old project will need a new generation soon. Internally, the seats and the door panels received new coatings, and the upper rearview mirror received a small screen dedicated to the reverse-gear camera images.

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Škoda Octavia 4

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Wallpaper Škoda Octavia 4

Click to see in high resolutionNow it’s no longer needed to wait until the Geneva event for this sedan. After lots of unofficial photos and a teaser, Škoda has released the first official pictures of the new-generation Octavia. If the exterior easily allows to deduce this car has some kind of relation with the Volkswagens, any quicker look at the technical specifications can finish blowing that cover. This article will use this sedan as an example of the good and the bad features that come with this strategy of designing cars so related with each other.

The original Octavia came after the Second World War, at first using the codename 440. The idea at that time was to create a resistant car without any other concerns but the lowest final price possible. However, this car came with a much more elegant design than what was seen at the other Soviet vehicles, which gave it a different status. This name was dropped in the 1970s with the end of that car’s production and came back to life only twenty-five years later. The automaker was already bought by Volkswagen, making Škoda their “pragmatic” division almost like what Renault does with Dacia. Describing this concept needs wider-meaning words than “low-cost” because they aren’t restricted to the cheaper categories – Octavia, for instance, is a mid-size sedan. Their public is much more rational, giving away design and performance extravagances in exchange of a reliable, non-expensive vehicle. Until the last decade this idea used to imply maintaining older projects or taking equipments away to reduce the price, but in nowadays these parameters have changed. Cost reduction is now considered since the car’s first sketches, which enables cleaner designs, simpler construction and specially sharing as many parts as possible with other cars, from the platform to visible items, in cases like Logan and Sandero’s new generation.

Škoda Octavia 4Even though this sedan does lead to think of some kind of Rapid’s bigger brother, this is just Škoda’s good designing. It still carries a very formal appearance, but this formality is now dissociated from being old-fashioned. Octavia now has an agressive interpretation of the brand’s typical design, characterized by two bigger ideas: the overall design is based mainly on straight lines, while each element has individually became a little irregularly-shaped. This means a proportion change, which still makes the car resemble the current Jetta or Exeo but with nice differences, such as the much more creative rear window cut. But if someone is already wondering where’s that mentioned parts' sharing, the answer isn’t hard to explain: MQB platform. Since its previous uses were at Seat León, VW Golf and Audi A3, this is the very first sedan to use Volkswagen’s modular platform. This allowed some dimension increases to Octavia, resulting at bigger cabin and trunk space. In fact, entering the car reveals an even bigger déjà vu if you have already driven any current VW car: there are simple lines which will certainly repeat the excellent construction quality, although Škoda seems to leave the other colors to the group’s other brands – even the touchscreen’s software seems to be restricted to black and gray. This car will offer four TDI engine options with diesel and four TSI with gasoline, these ones including a low-consumption 1.6 and a high-performance 1.8.

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Fiat Linea Sublime

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Wallpaper Fiat Linea Sublime

Fiat Linea SublimeSéries especiais são um dos vários coringas que as montadoras automotivas aplicam em suas estratégias de vendas. O principal apelo é o toque de distinção que trazem em relação às versões comuns, feito com itens como rodas e cores exclusivas, mas o conjunto se torna sempre irresistível porque tudo isso sempre tem a companhia de pacotes de itens a preços bem menores que os convencionais. Agora a Fiat aproveita a época de fim de ano para oficializar a chegada da primeira edição especial de seu sedã médio no Brasil.

Este toque de distinção mencionado é uma constante entre esses carros, mas é interessante observar que ele pode vir das mais diferentes razões. O Chevrolet Monza 650 dos anos 1990, por exemplo, comemorava a produção de 650 mil unidades do modelo no país. Já a VW fez o Gol “bolinha” homenagear as Olimpíadas de Atlanta e até uma vinda dos Rolling Stones. Por outro lado, a Renault e a própria Fiat fizeram séries especiais de Clio Sedan e Palio apenas porque haviam feito parceria respectivamente com O Boticário e MTV. Nem sempre é necessário apostar em motores novos, exagero na diferenciação visual ou outras ideias similares porque grande parte dos clientes dá mais atenção à melhoria de custo/benefício, na verdade. São pessoas que precisavam apenas de algo que lhes resolvesse a indecisão entre as opções da faixa de preço considerada, ao passo que os que têm a diferenciação como prioridade são minoria. Algumas semanas antes a Peugeot trouxe proposta parecida à deste Linea com seu 408 Limited, mas ali o foco foi aumentar a tecnologia embarcada. O caso da Fiat é um tanto mais amargo porque por mais que seu sedã médio tenha linhas muito bem-resolvidas e conjunto fácil de agradar, sua aceitação pelo público sempre se viu atrapalhada por ter origem no Punto.

Fiat Linea SublimeEnquanto ainda não se sabe se nosso modelo será sucedido pelo Viaggio ou apenas receberá o face-lift do equivalente turco, a série Sublime chega semanas depois da exposição no último Salão do Automóvel, começando em R$ 55.480. Sua base é a versão Essence, mas o maior destaque fica pelo exclusivo branco Kalahari, única opção da série. Vieram também as rodas diamantadas de 17” com parafusos antifurto e sensores de estacionamento traseiros, ao passo que a cabine surpreende com o bonito revestimento de couro Sabbia marrom para bancos, painel e portas. O modelo traz um pacote de itens que inclui apoia-braço central e saída de ar-condicionado adicional para o banco traseiro, mas de resto é o mesmo Linea de sempre, um sedã médio de dimensões um tanto menores que as dos líderes Honda Civic, Toyota Corolla e Chevrolet Cruze, mas com a vantagem de sua presença menos comum nas ruas preservar sua imagem sem se banalizar. Sem contar na exclusividade do acesso ao clube Fiat L’Unico, que dá uma extensa série de benefícios aos clientes. Com garantia de três anos, o Linea Sublime pode usar câmbio manual ou o recém-lançado automatizado Dualogic Plus, que faz seu preço passar a R$ 58.390 – o motor é sempre o 1.8 16v e.TorQ de até 132 cv.

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Toyota Prius Táxi

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Wallpaper Toyota Prius Táxi

Toyota Prius TáxiSe você mora em São Paulo, é muito provável que já tenha visto o Nissan Leaf rodando como táxi. Meses depois, o mais novo automóvel “verde” a integrar a praça da capital paulista é nada menos que o híbrido mais vendido do planeta. Seu Programa de Táxis Híbridos viabilizou a entrega de vinte unidades do Prius a algumas empresas, que começarão a rodar já nesta semana. Outra excelente notícia é que o modelo teve suas vendas particulares adiantadas, e chegará a todo o Brasil em forma oficial já no próximo mês de janeiro.

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Volkswagen Amarok 2013

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Volkswagen Amarok 2013Além da nova cor marrom Toffee, as maiores novidades da picape média são um sistema para aliviar o peso da tampa da caçamba durante a abertura e mais itens de série: a versão Trendline (foto) ganhou o sistema de som multimídia com Bluetooth, tendo farois de neblina e sensores de estacionamento como opcionais. Já a versão de topo, Highline, soma retrovisor fotocrômico, sensores de chuva e crepuscular e o sistema Coming & Leaving Home. O demais continua inalterado, mas com a tabela de preços reajustados que segue.

Amarok S Cabine Simples 4x4: R$ 84.470
Amarok S Cabine Dupla 4x2: R$ 87.830
Amarok S Cabine Dupla 4x4: R$ 91.670
Amarok SE Cabine Dupla 4x4: R$ 98.870
Amarok Trendline Cabine Dupla: R$ 109.910
Amarok Trendline Cabine Dupla (automática): R$ 116.150
Amarok Highline Cabine Dupla: R$ 124.310
Amarok Highline Cabine Dupla (automática): R$ 130.550

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Honda Civic 9,5

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Wallpaper Honda Civic 9,5

Click to see in high resolutionAn unusual phase number for an unusual phase update. For someone who doesn’t live in the US this may sound odd, specially in countries that also sell Civic, but the North-Americans have criticized this car so hard that Honda needed to perform a last-second facelift in order to solve these problems before they affected the car’s solid reputation. After lots of media speculations of all kinds, the last Los Angeles Auto Show finally received the official version of the “new new Civic”, which you will meet reading this article.

Since the last generation, Honda decided to create different versions of their best-seller, in order to suit each market’s particular needs of body, engine and equipment options, along with minor visual differences. But nobody knows what Honda thought when configuring the North-American version, because this car was criticized by everyone. The design resembled too much the previous generation, the interior had bad coating and assembly quality, the handling became worse, there was too much internal noise… This car started to lose the awards it was used to receive every year, so Honda needed to act quickly to stop their compact sedan from losing sales to competitors like Chevrolet Cruze, Ford Focus, Hyundai Elantra, Mazda 3 and Toyota Corolla. The Japanese response came with facelifting the entire line only eighteen months after the current generation’s release, surprising everyone because they brought heavy changes: the pictures show the sedan has changed the front and rear style, with more chrome details whose inspiration was taken from the new Accord and bring a more sophisticated appearance to the car. The overall impression is a more mature car, which still haven’t abandoned the previous generation’s style but now uses a different interpretation of it: instead of that raw Japanese sportivity, Civic now follows a North-American elegance.

Honda Civic Sedan and HybridThat facelift didn’t apply to the coupe version, though. What the entire line has received is the series of small-but-very-important updates to the interior. The peculiarly-shaped dashboard received better materials (including some leather parts), improved assembly and a new, more classy design for the air-conditioner’s outlets and buttons. Besides all that, Honda states that Civic received thicker windshield and bigger soundproofing in several areas, in order to reduce the internal noise. They also included some new technologies in this car, such as electronic systems for lane-departure and forward-collision warnings. When it comes to the trim levels list, the DX entry-version is no longer offered, leaving to LX the title of cheapest one available. Honda took this opportunity to maintain the previous LX’s equipment level, and allow itself to announce that every Civic now comes with more items – with all the optional ones, this list includes GPS navigation, Bluetooth connection and multi-view auxiliary cameras. This update is interesting because the deepness of those improvements is usually performed by other brands only at half-age facelifts, when the car has spent about three or four years in the current generation but it’s still too soon to invest in a complete new phase. Therefore, all this effort is a nice way for Honda to reconquer their customers’ approval.

Honda Civic Coupé and SiHowever, as in almost every facelift of that kind there weren’t changes to the engine department. The standard option is the 140-hp four-cylinder 1.8 with a five-speed manual or automatic transmission, but Civic can also use the 2.4 with six manual speeds. These options also apply to the coupe version, which received only the interior updates. This means it still features a sporty design, with well-proportioned volumes to avoid a big-vehicle impression: it may not be the most powerful option of its category, but doesn’t seem visually heavy like a coupe Elantra would look like. Besides that, the Si version was also updated, adding the classic aerodynamical kit with side spoilers, more aggressive bumpers and that big rear spoiler – this area became a little confusing with this typical sports-car-item right above the chrome line which almost every sedan since the 1980s has used to join its tail lights. And at the top of Civic’s huge versions list, there are not one but two gasoline-opposers: the hybrid version pairs a 1.5 gasoline engine with the electric one to generate 110 hp and the excellent 44 mpg rate, using a CVT transmission. Besides that there’s the Natural Gas version, restricted to compressed natural gas, with 32,5 average consumption; the common versions achieve 32 mpg with manual and 33,5 mpg with automatic transmission, while Si stays at 26,5 mpg always with six-speed manual transmission.

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Volkswagen Fusca

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Clique para a versão em alta resoluçãoVocê certamente já ouviu falar no termo “compactos de imagem”. Trata-se de mais um nicho de mercado criado nos últimos anos, assim como os crossovers e os cupês de quatro portas, mas com inspiração diferente. Esta é a categoria que ganhou fama com nomes como Fiat 500 e Mini Cooper, e que vem mostrando interessantes competições graças ao contraste com membros futuristas como Audi A1 e Citroën DS3. Mas até então uma grande injustiça vinha sendo cometida em silêncio. É o que a VW pretende reverter com este carro.

Tal injustiça vem de que o então chamado New Beetle nunca recebia menções nas publicações da imprensa referidas a esta categoria de carro… mesmo sendo o primeiro modelo a surgir no mercado com esta ideia. Por outro lado, não é descabido pensar que seu problema foi justamente a chegada prematura: naquele final dos anos 1990, a ideia da VW era apenas criar uma versão moderna de um dos seus carros mais famosos. Como até então ninguém tinha tido ideias parecidas, a única regra seguida pelos alemães foi a própria ideia original. O resultado foi um carro apenas vagamente inspirado no Fusca original, não só pelo desenho mas também pela tecnologia, que era a melhor que os alemães tinham à disposição no momento. O carro virou uma compra emocional e com preço e tamanho equiparados ao de um Golf, e com isso ficou muito distante do antecessor. Poucos anos depois vieram os compactos inglês e italiano já mencionados, mas compartilhando o tamanho bem menor e a tendência de estilo “retrô” mais intensa, fazendo que eles começassem a ser comparados entre si, e não com o modelo da Volkswagen. A evolução dessa situação foi que mesmo com o VW ganhando versão conversível e vendendo bem, ele sempre seguia em paralelo a carros que na verdade compartilham sua raison d’être.

Volkswagen Fusca 1As imagens revelam que a intenção da VW não passou por reduzir o tamanho do agora chamado Beetle. Ele mantém o conceito de “carro moderno que relembra o Fusca”, mas a grande diferença foi passar a enfatizar a segunda parte deste slogan. Ele volta a oferecer o melhor da tecnologia de sua marca, mas as mudanças visuais que recebeu tiveram o objetivo de aumentar a semelhança visual com o antecessor: o teto ficou mais baixo, o capô mais longo e a queda da traseira mais arredondada. Os alemães querem que ele perca o status de “carro feminino” da primeira releitura, e para isso apostaram na esportividade. Começaram com itens como rodas grandes, detalhes cromados sem excessos e itens que viraram a última moda entre os carros, como o teto solar panorâmico, mas terminaram com a ideia que na verdade deveriam ter tido desde a fase anterior: em vez de padronizar o nome norteamericano, o “novo novo Beetle” receberá o apelido que o carro original recebeu em cada país que foi comercializado. E é isso que faz nosso mercado voltar a conviver com o nome Fusca sob holofotes depois de dezesseis anos, ainda que holofotes bem diferentes. Afinal, basta lembrar que o preço inicial do novo carro será R$ 76.600 para entender que a maior ligação que este carro vai formar com o antecessor está nas memórias que esse nome vai despertar em muita gente.

Volkswagen Fusca 2Um ponto de vista puramente técnico vê este carro como uma versão informal do Golf, porque eles têm dimensões e tecnologia parecidas mas desenhos tão diferentes quanto entre Fiat 500 e Palio, por exemplo. O novo Fusca chega ao Brasil com qualidade europeia por fora e na cabine, que por sua vez apresenta muito bom gosto com a inspiração retrô presente sem atrapalhar a modernidade geral; o espaço é honesto para apenas quatro pessoas, como é natural nesta categoria. Seus itens de maior destaque são bancos e volante em couro, central de entretenimento com touchscreen no console central, sistema de som multimídia com oito alto-falantes e luz ambiente em três tonalidades, além do pacote de segurança que conta com airbags frontais e laterais, controles de estabilidade e tração e freios com ABS e EBD. Já o volante com base chata e os instrumentos adicionais acima do console revelam a vocação esportiva: este Fusca sempre trará o 2.0 TSI de 200 cv usado em vários modelos da marca, com câmbio manual de seis marchas. Ainda é possível equipá-lo com o câmbio DSG, volante multifuncional e itens de luxo como farois bixenônio, os mencionados teto solar, rodas de 18” e as luzes diurnas em LED, sistema de som Fender, entrada sem chave, sistema ParkPilot e outras opções de revestimento dos bancos, entre outros. Mas equipado com tudo isso, quando você poderia imaginar que um Fusca passaria dos cem mil reais?

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Volkswagen Tiguan R-Line

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Wallpaper Volkswagen Tiguan R-Line

Clique aqui para a versão em alta resoluçãoLembra dos pacotes de acessórios M Sports e AMG Sports de BMW e Mercedes-Benz? Eles são o mesmo que a Audi oferece para seus modelos como a linha S-Line, que por sua vez serviu de inspiração para a irmã VW criar a sua gama com nome parecido. Trata-se de um “meio-caminho conceitual” entre as tão aclamadas versões esportivas dos carros desses fabricantes e suas variantes mais baratas, mesmo que às vezes um desses conceitos a conectar nem exista. É o caso do carro que você conhecerá neste artigo.

Essa tão repetida questão parte da aura de desejo que os carros esportivos exercem sobre os entusiastas automotivos. A maioria desses sonhos tem como imagens mais frequentes os bólidos de marcas como Ferrari ou Porsche, mas nas últimas décadas as demais montadoras também conseguiram uma forma de agradar esse grupo de fãs. Criar versões de alto desempenho de modelos urbanos como Golf ou Série 3, desde várias décadas atrás, foi uma decisão de enorme sucesso porque permitiu aproximar o objeto de desejo de quem o deseja. Tornou-se possível aceder à tal performance melhorada e ao visual diferenciado sem deixar de lado as praticidades cotidianas de um sedã ou uma minivan. A partir daí, essa tendência foi seguida tantas vezes que as marcas passaram a usar nomes fixos: Alfa Romeo Quadrifoglio, Audi S e RS, BMW M, Chevrolet SS, Dodge R/T, Ford ST… A variedade é enorme, mas o passar dos anos mostrou que ainda havia um nicho a preencher. Afinal, por um lado o mercado consumidor começou a querer incrementar o visual dos mais variados segmentos de carros, mas ao mesmo tempo percebia que as estradas em geral vêm ganhando limites de velocidade cada vez menos propensos a viajar a 200 km/h ou mais. Sendo assim, como seria eliminar a parte dos motores exclusivos e economizar um bom valor levando apenas a aparência especial?

Volkswagen Tiguan R-LineEssa ideia contraria por completo o conceito original de veículo esportivo, mas isso é um fato tão inegável quanto o de que ela vem agradando em cheio a muita gente. Basta lembrar do que se citou no começo deste artigo: a especialidade dessas linhas não passa dos acessórios visuais, exatamente como o que se vê neste Tiguan, que chega ao Brasil com o preço inicial de R$ 114.770. O kit R-Line lhe dá parachoques mais agressivos, saias laterais e spoiler traseiro na cor da carroceria, molduras nos paralamas e as belas rodas exclusivas de 18”, além dos logotipos alusivos. Além disso, o interior recebeu mais detalhes em alumínio, teto na cor preta e mais logotipos. Isso dá ao crossover visual muito mais chamativo que as versões comuns, mas sem diferenças absurdas de preço porque ele mantém o 2.0 TSI de sempre, com potência de 200 cv e torque de 28,5 kgfm e que vem associado ao câmbio automático de seis marchas e à tração integral 4Motion: este conjunto permite aceleração de 0 a 100 km/h em 8s5 e velocidade máxima de 207 km/h. Outra particularidade do Tiguan R-Line é a oferta de opcionais em kit fechado: bancos esportivos em couro com apoios de cabeça especiais, pedaleiras em alumínio e volante multifuncional com borboletas para trocas de marcha lhe elevam o preço a R$ 126.169.

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Toyota RAV4 4

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Click here to see the high-res versionToyota’s biggest presentation at the Los Angeles Auto Show is also a big, four-wheeled contrast. This very famous crossover used the North-American event to make the worldwide debut of its fourth generation, but this moment can be seen in two different ways: some can complain that it became only one more crossover like the dozens there are released each year, while others applaud Toyota for using a proven-success formula to promote their brand new visual identity. After reading this article, which side will you take?

Do you remember the first-generation RAV4? The year of 1994 received a tiny two-colored Toyota which was very similar to Suzuki Vitara in both style and conception: in that distant era when nobody referred to cars with “crossover”, these Japanese brands showed their cars wanting nothing more than reducing the normal off-road size and wrapping it in a funner and more casual design, which was helped by the removable roofs. It wasn’t difficult for RAV4 to achieve success around many countries, which led Toyota to expand its offer into a five-door version, with bigger space to seat five but with a more familiar approach, investing in a more classic appearance. And this was enough to make it worth receiving a whole new generation in 2000. The car took this opportunity to evolve its original concept, giving it a much more modern design and more sophistication, even though losing the “direct connection” with the sky. But at this time RAV4 faced a different market, which started to prefere two-door cars only in sporty or cheap versions. So the third generation came in 2005 with the opposite of the initial idea: there was only a five-door option and a more urban design than ever, with several style items that weren’t even close to resemble that 1990s little 4x4 which seemed to be ready for any obstacle.

Toyota RAV4 4But there’s no argument with numbers, specially when they’re bringing cash. Even though this car debuted with a very nice idea at that time, in nowadays people seem to have decided what they really want to drive. So instead of insisting on that Sunday-beach body, Toyota reprojected their “Recreational Active Vehicle with 4-wheel drive” as a true urban crossover, with bigger size and much more sophistication – if the first two phases shared Corolla’s platform, it passed to using Camry and Venza’s. The urban dedication comes with hiding the spare tire under the car, instead of carrying it on the trunk lid as it used to. However, it’s undeniable that this enables RAV4 to show the mentioned Toyota’s new style rules: the front became more aggressive by joining the headlights and the grille into one V-shaped element, which is only divided by the brand logo. Besides that, the entire car became more elegant, using straight lines with nothing but the right size of volumes and creases, not to mention the tail lights: the beautiful horizontal design shown by the pictures leads to very high expectations for cars such as the next Corolla. The interior brings more luxury than ever, with plenty of space for five occupants and items such as dual-zone air conditioner, reverse gear camera, blind spot monitor and eight airbags. The full traction now works only on demand, and the V6 engine was dropped: there will be only the 2.5 with 170 hp and a new automatic transmission, with six speeds.

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Volkswagen Bora 2

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Wallpaper Volkswagen Bora 2

Click here to see the high-res versionThe biggest car market in the world is certainly also the hardest to comprehend. The strategy of creating regional projects to be sold only at certain markets is very common to many of the biggest automakers, but the Chinese case is unique. The brands seem to forget the mass-production savings and offer multiple options to a same category because they all sell unbelievably well. These features often generate curious situations, such as what will be explained about the latest sedan released by Volkswagen at that country.

That mentioned situation starts with the fact that Volkswagen is actually two brands in China. Since that government demands the automakers to operate there only in joint-ventures with national companies, the Germans have associated themselves both with FAW and Shangai. But instead of making them cooperate, joining production plants or another kind of partnership, they are rivals. Each one sells some of the VW’s European cars, and besides that each one offers their own regional cars, even though they compete with themselves. Once again, the first thought is that this strategy would be completely unproductive, but what is actually seen is that Volkswagen became the top seller in China, when counting both companies’ numbers. This Bora and Shangai’s Lavida today look very different, but their stories aren’t so different: after selling the original Bora, the following generation (Jetta 5) arrived at bigger prices due to much more sophistication. There was created a market gap which could be filled restyling Bora, and that was done by both brands separately. That means Lavida and this Bora could be called grown-apart twins: they use the exact same old platform, their new generation was received around 2008, and after Lavida received its first partial update this year, now it’s time to Bora do the same.

Volkswagen Bora 2013The only possible sales argument that someone who doesn’t live in China could craft to distinguish them is the external style. Lavida takes huge inspiration from the new Jetta, with straight lines and a more classic look which is also sold in that market as Sagitar. But the new Bora deserves more attention because it’s one of the very few Volkswagen cars to escape the heavy visual identity imposed to the worldwide showroom. This facelift has just applied the excessively repeated front style to this car, but the side design reveals a much more sporty interpretation, with smooth shapes and a very elegant third column. There aren’t too much creases or cuts, and the overall impression is much more casual and creative than all other VW sedans currently sold – although it could be better without taking “ big inspiration” from Passat to the front and Citroën C5 to the rear. Entering the car gives access to a beautiful cabin, with good materials variety and a nice combination of the modernity brought by the GPS navigator and the big touchscreen, and the classic look from the wooden line at the air outlets. This car will receive very generous trim levels, including the BlueMotion package: it brings start/stop system and regenerative brakes to reduce consumption. Opening the hood there’s always the 122-hp 1.4 TSI, with manual six-speed transmission or the double-clutch DSG option.

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Peugeot 3008

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Peugeot 3008This is another case of car release shortly after the “accidental” exposure of some pictures on the Internet. The new 3008 brings a very similar solution to RCZ’s because the idea is actually the same: apply some minor updates to boost the sales at this second half of their lifecycle, leaving the more expensive changes to their next generations or successors, which can be expected only in four or five years. Meanwhile, Peugeot’s mid-size crossover still excels on what has always distinguished it from all the crossovers of nowadays.

This facelift is signed by the Chinese joint-venture Dongfeng-Peugeot, which will restrict some of the changes to that market. However, it’s highly expected that the other markets will also receive this excellent visual result. Once again, this restyling was successful because it managed to update the car, instead of discharacterizing it with heavy changes in some parts and maintaining others. It’s impressive to notice how the French automaker’s latest visual identity didn’t take much effort to be applied at 3008. The air intake was replaced by a smaller and more horizontal one, with chrome lines and placed between the brand logo and the license plate. The fog lights became visually separated and received a bigger area, with a chrome boomerang-shaped detail that reminds 308’s LEDs row, while the hood received stronger lines. But the biggest compliments go to doing all that without touching the headlights: the updates were so well-made that those parts didn’t need any change: in fact, they fit the new look even with it being based on horizontal elements, while the original one used vertical bigger items. Besides that, there are only new wheels and a roof rack, without any changes to the rear. An unusual restyling went to the third side window, behind the back doors: they received a more elegant design, with bigger size at the lower portion to improve visibility.

Peugeot 3008However, mentioning that a successful facelift only updates the car means 3008 is still a crossover with “a hint” of minivan, which makes it very different from its SUV-inspired rivals. The cabin has plenty of space for five passengers, with a beautiful central console and lots of the current trends, such as the big touchscreen for the GPS navigation and to control several car functions. The 2013 update brought new color options and external LED daylights, but internally there’s only a new sound system, redesigned steering wheel and the optional parking cameras and ventilated seats. This car will be sold in China always with front traction and automatic six-speed transmission, whether with the 147-hp 2.0 or the 163-hp 1.6 THP. The second option composes the most expensive version, which is imported from France for 240.000 RMB. This car will make its official debut at the next Guangzhou Motor Show.

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Peugeot 408 Limited

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Peugeot 408 LimitedQuem diria que o cronograma da Peugeot guardaria uma novidade para o 408 quase no final do ano? O sedã médio ganha sua primeira edição especial reforçando o “traje esporte fino” que sempre lhe caracterizou. Como as tão aguardadas melhorias de desempenho já vieram com a versão Griffe THP, agora chega a vez de apostar na tecnologia para melhorar o custo/benefício, mas com um toque de exclusividade para terminar de tornar este carro irresistível mesmo competindo em um dos segmentos mais acirrados do país.

As imagens ajudam a comprovar a intenção da Peugeot com este sedã desde a sua estreia no mercado chinês. Depois de uma década de 2000 caracterizada por ressaltar o lado felino da marca com elementos chamativos e uma profusão de vincos fortes e recortes acentuados, os franceses chegaram a 2010 com uma proposta diferente. Jamais cogitaram abandonar a inspiração do animal que ostentam no logotipo da marca, mas passaram a interpretá-la de uma forma bem mais elegante. Cortaram o excesso no tamanho de farois, frisos e lanternas, deixaram os vincos mais retilíneos e ainda conseguiram a medida certa com os detalhes cromados. Por outro lado, ainda aproveitaram a época de renovar alguns projetos para otimizar a oferta: o 508 tomou os clientes que antes se dividiam entre o 607 e o belíssimo 407, enquanto o 408 apostou num estilo muito inspirado no último dos dois mencionados para compensar o fiasco que foi o 307 Sedan. Ou seja, os carros da marca vestiram a esportividade implícita de sempre com elementos de mais classe, para passar a ideia de maior refinamento. É este potencial de sofisticação que a Peugeot busca exaltar com esta série, cuja tiragem estará sugestivamente limitada a 408 unidades.

Peugeot 408 LimitedEste não é um carro que se compra para torcer pescoços com profusões de adesivos chamativos, rodas gigantes ou spoilers espalhados pela carroceria: além da restrição às cores azul ou preta, o sedã se distingue da versão Griffe (da qual a série parte) pela plaqueta que fica à frente dos retrovisores, com o nome da série e o número da unidade. Os fãs da direção esportiva sentirão a falta do famoso 1.6 THP e seus 165 cv, mas é inegável que esta edição combina melhor com o conforto do câmbio automático que comanda o 2.0 16v de 151 cv. Por outro lado, ser uma melhoria da versão de topo significa que seu pacote de série é completo: ele traz alarme, ar-condicionado bizona, bancos de couro, retrovisor antiofuscante e sensores crepuscular e de chuva, entre outros. A segurança se garante com airbags frontais, laterais e de cortina, freios ABS com controles AFU e REF e controle de estabilidade, mas o Limited traz um atrativo a mais: ele troca a tela retrátil acima das saídas de ar por uma touchscreen no próprio console central. Essa mudança caracteriza a adoção de uma central de entretenimento exclusiva: além do que já virou trivial, como navegação GPS, som multimdía e conexão Bluetooth, ele surpreende por trazer leitor de DVD e VCD, entrada e saída auxiliar, saída de som pré-amplificada para subwoofer e até mesmo receptor de TV digital. Tudo por R$ 65 mil.

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